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Sexta Aula

Na última aula, parte da aula foi cedida ao candidato a diretor do departamento. Na segunda, parte entramos na disciplina de Teorias da Percepção, que atualmente é ministrada pelo professor Betonnasi. Foi bacana ver como um simples copos visto de um ângulo diferente, interagindo com outros pode fazer tanta diferencia.
O cérebro percebi tudo, julga e não perdoa nada.
O cérebro procura a forma mais simples e rápida.
Não tem nada mais irresistível para os olhos do que o movimento.

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Antes de Mais Nada

Mesmo antes de ter ideia do conteúdo programático de uma disciplina, eu espero algo dela: que seja importante, razoavelmente relevante ou chata e tantas outras coisas. Além de esperar algo, gosto de me perguntar o que cada disciplina vai contribuir na minha formação e lá na frente olhar para trás e sentir que fui preparada para a vida profissional. Antes de passarmos por essa estrada de aulas, minha expectativa era me tornar mais criativa, buscar treinar minha criatividade para ser cada vez mais sensível. O que é uma expectativa normal, já que ser criativo é um grande diferencial num designer. Eu sempre soube que sou criativa, pois escrevo muito e já escrevi três livros, o que requer um grande processo criativo, mas como usar essa minha criativo narrativa com a visual? Essa era minha expectativa principal.

Depois de Tudo

Com o fim das aulas, a disciplina respondeu algumas das minhas expectativas e outras não. Hoje eu consigo ter maior criatividade visual, mas não me sinto segura. Honestamente, não sei se é possível eu me sentir totalmente segura, mas acredito que poderia ter me dado mais segurança. Mas como a própria professora diz: a disciplina é vazia . Talvez fosse melhor se tivesse um pouco mais de texto, ou vídeos. Isso vai como recomendação. Contudo, não posso negar que me deu mais maturidade criativa.

Quarta Aula

Na quarta aula, finalmente tivemos a apresentação dos portfólios. Como eu disse no antes de mais nada, eu não tenho uma grande criativa visual e texto não entrava na proposta do curso, resolvi não mostrar nada. Mas fiquei feliz em ver a apresentação do blog da Fernanda, mesmo não sendo o tipo de blog que visito. Ou os trabalhos de Andrew e de todos os demais. Na apresentação, foi possível ver que cada um criava de alguma forma, da mesma forma que um escritor prefere escrever. Cada um se sente a vontade de criar da sua maneira, na forma que se sente mais cômodo. Com isso, cheguei à conclusão de que, assim como não existe o processo criativo único na escrita, também não ocorre na produção visual. Acredito que isso faça a grande diferença no estio.